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British Airways vai voar entre Londres e as ilhas de São Miguel e Terceira


 

A British Airways vai voar entre Londres e as ilhas de São Miguel e Terceira, nos Açores, no verão de 2022, disponibilizando mais de 3.000 lugares, anunciou hoje o presidente da Associação de Turismo dos Açores (ATA).

A operação arranca no verão de 2022, com 10 frequências previstas entre o aeroporto de Heathrow, em Londres, e o aeroporto de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, aos sábados, entre 2 de julho e 3 de setembro. Já os voos entre Heathrow e o aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, serão aos domingos, entre 10 de julho e 28 de agosto, num total de oito frequências.

De acordo com as informações os voos serão operados com equipamento A320neo, com capacidade para 180 passageiros.

Os serviços de handling nos dois aeroportos serão assegurados pela SATA Handling.

A operação, que resulta de uma parceira entre a ATA, o Governo Regional dos Açores, a ANA, que gere o aeroporto de Ponta Delgada, e a Aerogare Civil das Lajes, que gere o aeroporto da ilha Terceira, representará um investimento de “400 mil euros, aproximadamente”, em promoção turística dos Açores no Reino Unido, segundo o presidente da ATA.

Carlos Morais salientou que, em 2019, o Reino Unido “posicionou-se em sétimo lugar no ‘ranking’ das dormidas dos mercados internacionais nos Açores, com um total de 93.494 dormidas”.

“O mercado do Reino Unido é um dos mercados estratégicos para os Açores e em termos de fluxos turísticos”, apontou.

No caso da ilha Terceira, em comparação com o número de dormidas registadas em 2019 (5.266), esta operação tem um potencial de crescimento para “quase o dobro”.

O presidente da ATA alertou para a necessidade de serem realizadas ações de promoção no mercado inglês, mas disse esperar que, “no verão de 2023, seja possível anunciar um alargamento desta operação”.

“O destino Açores tem todas as características para se posicionar de forma eficaz junto desse mercado. Porém tem alguns desafios que tem de trabalhar. Não basta ter as acessibilidades aéreas garantidas, porque a procura natural pelos Açores é atualmente limitada”, afirmou.